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segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Antidepressivo e terapia, tratamento contra depressão!

Antidepressivo e terapia, juntos, são o melhor tratamento contra depressão

Segundo estudo, paciente se recupera mais rapidamente e tem menor chance de recaída se submetido à abordagem combinada do que quando é apenas medicado
Os resultados de uma nova pesquisa reforçam que a melhor forma de combater a depressão é aliar antidepressivos com sessões de terapia cognitiva, em comparação com tratamentos baseados unicamente em medicamentos. Segundo o estudo, o método combinado é até 30% mais eficaz do que o uso isolado do remédio. 
O trabalho, feito nos Estados Unidos, foi publicado nesta quarta-feira no periódico Jama Psychiatry. Os pesquisadores avaliaram 452 adultos que apresentavam sintomas de depressão e que estavam sendo tratados apenas com antidepressivo ou então com uma combinação de medicamento e terapia cognitiva. Os especialistas acompanharam os pacientes até seis meses depois de eles deixarem de apresentar qualquer sintoma. 
Segundo os resultados, os participantes que receberam a terapia combinada se saíram melhor. Ou seja, recuperaram-se mais rapidamente e foram menos propensas a abandonar o tratamento ou a sofrer uma recaída após o fim da terapia. No entanto, o estudo indicou que o tratamento combinado não parece ser mais eficaz no caso de pacientes com depressão crônica.

“Os nossos resultados indicam que a terapia combinada pode fazer uma diferença maior do que imaginávamos em pacientes com depressão”, diz Steven Hollon, professor de psiquiatria da Universidade Vanderbilt, nos Estados Unidos, e coordenador do estudo. “Os antidepressivos atuam em uma determinada parte do cérebro, regulando a atividade da região onde as emoções são geradas. Já a terapia cognitiva pode trabalhar outra parte do cérebro, o córtex pré-frontal, aumentando o controle que um paciente tem sobre suas emoções.”


O principal sintoma da depressão é o humor deprimido, que pode envolver sentimentos como tristeza, indiferença e desânimo. Todos esses sentimentos são naturais do ser humano e nem sempre são sinônimo de depressão, mas, se somados a outros sintomas da doença e persistirem na maior parte do dia por ao menos duas semanas, podem configurar um quadro de depressão clínica. “O humor deprimido faz com que a pessoa passe a enxergar o mundo e a si mesma de forma negativa e infeliz. Mesmo se acontece algo de bom em sua vida, ela vai dar mais atenção ao aspecto ruim do evento. Com isso, o paciente tende a se sentir incapaz e sua autoestima diminui”, diz o psiquiatra Rodrigo Leite, do Instituto de Psiquiatria da USP.


Perder o interesse por atividades que antes eram prazerosas é outro sintoma importante da depressão. O desinteresse pode acontecer em diferentes aspectos da vida do indivíduo, como no âmbito familiar, profissional e sexual, além de atividades de lazer, por exemplo. “O paciente também pode abrir mão de projetos por achar que eles já não valem mais o esforço, deixar de conquistar novos objetivos ou de aproveitar oportunidades que podem surgir em sua vida”, diz o psiquiatra Rodrigo Leite



Pessoas com depressão podem passar a dormir durante mais ou menos tempo do que o de costume. É comum que apresentem problemas como acordar no meio da noite e ter dificuldade para voltar a dormir ou sonolência excessiva durante a noite ou o dia. 



Pessoas com depressão podem apresentar uma perda ou aumento do apetite — passando a consumir muito açúcar ou carboidrato, por exemplo. Segundo o psiquiatra Rodrigo Leite, não está claro o motivo pelo qual isso acontece, mas sabe-se que, somado a outros sintomas da doença, a alteração do apetite que persiste por no mínimo duas semanas aumenta as chances de um paciente ser diagnosticado com depressão.



Mudanças significativas de peso podem ser uma consequência da alteração do apetite provocada pela depressão — por isso, são consideradas como um dos sintomas da doença. 


Em muitos casos, a depressão também pode prejudicar a capacidade de concentração, raciocínio e tomada de decisões. Com isso, o indivíduo perde o rendimento no trabalho ou nos estudos. Segundo a psiquiatra Mara Maranhão, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), a depressão pode impedir que o paciente trabalhe ou estude, ou então faz com que ele precise se esforçar muito para conseguir concluir determinada atividade.



Diminuição de energia, cansaço frequente e fadiga são comuns em pessoas com depressão, mesmo quando elas não realizaram esforço físico. "O indivíduo pode queixar-se, por exemplo, de que se lavar e se vestir pela manhã é algo exaustivo e pode levar o dobro do tempo habitual", segundo o capítulo sobre depressão do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-5), feito pela Associação Americana de Psiquiatria.

Em casos mais graves, pessoas com depressão podem apresentar pensamentos recorrentes sobre morte, ideação suicida ou até tentativas de suicídio. A frequência e intensidade dessas ideias podem mudar de acordo com cada paciente. "As motivações para o suicídio podem incluir desejo de desistir diante de um obstáculo tido como insuperável ou intenso desejo de acabar com um estado emocional muito doloroso", de acordo com o DSM-5.
fonte: http://veja.abril.com.br

terça-feira, 12 de agosto de 2014

Mal dos Comediantes Aflitos - Depressão




Fica fácil pôr ordem no caos depois do ato consumado: Robin Williams tirou a própria vida porque sofria, como o brasileiro Fausto Fanti, do mal dos comediantes aflitos, gente que ri e faz rir não por ser feliz, mas por extrair comédia do que na vida é trágico. O risco de dedicar um mesmo saco para depressões particulares é o de se pegar, por ato falho, falando em Robin Fanti e Fausto Williams, meros exemplares de uma categoria.

– O tema da dor psíquica e a sua manifestação extrema, o suicídio, é muito sério e complexo. Não pode ser pensado de forma uniforme, sob pena de o glamourizarmos. O suicídio é expressão de intensa dor psíquica, e a depressão deve ser olhada com muita cautela, porque fala da singularidade de cada pessoa no enfrentamento das dificuldades da vida – observa a psicanalista Mônica Macedo, professora da Faculdade de Psicologia da PUCRS.

Tanto o ator que animou as fanfarras de Patch Adams quanto o gênio-fundador de Hermes & Renato fizeram fama com o humor e sofriam de depressão quando optaram pelo suicídio. Além daí, as semelhanças empacam, e dar sentido igual aos dois casos é tão tacanho quanto comparar a psicologia de Getúlio Vargas com a de Kurt Cobain. A confusão e o tabu em torno do suicídio favorecem a expectativa por um receituário:

– As pessoas se chocam e tentam interpretar rapidamente o suicídio porque ele desperta angústia. Vivemos em uma época em que todos devem estar felizes. Quando o suicídio aparece como fato público, é como se fôssemos confrontados com a tristeza, o sofrimento, a insatisfação – diz Monica.

Em coluna recente na Folha de S.Paulo, o psicanalista Contardo Caligaris defende a ideia de que a expressão corporal é causadora dos afetos, e não o contrário. Primeiro vem o riso, depois a alegria. Caligaris se apoia em uma pesquisa publicada em maio por dois médicos americanos que tratam a depressão enxertando botox nos pacientes. Incapazes de mexer os músculos do rosto triste, os depressivos não veriam outra saída senão a da alegria. Mas logo se vê que um semblante contente não era bem o que faltava a Robin Williams.

Entre os sintomas da depressão, alerta a professora Mônica, estão o desinteresse, a falta de projetos e de criatividade. E, como a tristeza é um sentimento condizente com diversas situações da vida, vetá-la pode ser um primeiro passo rumo à apatia.

– Sem poder expressar tristeza, a pessoa encontra formas de se anestesiar diante da dor, entre elas o consumo de drogas e de álcool. Mostrar-se feliz enquanto se sente infeliz é como viver duas vidas – afirma Mônica.

Contra a banalização

Um estudo publicado no Journal of Phenomenological Psychology, em 2009, sugeria que a riqueza e a “imortalidade simbólica” da celebridade vêm ao preço do isolamento, da desconfiança em relação aos outros e da crise de identidade. Seriam os casos de Marilyn Monroe e Michael Jackson. Já a explicação de que os criativos roçam as raias da loucura vem justificando as depressões de Catherine Zeta-Jones e de Mel Gibson.

– Isso é misturar alhos com bugalhos. Debaixo desse ato final podem estar embutidas situações muito distintas. Generalizações de primeira hora buscam, no meu modo de ver, aplacar angústias pessoais, tranquilizar a pessoa que generaliza. Mesmo para nós, que estudamos o comportamento, é difícil lidar com uma situação tão extremada. É um fato penoso e complexo – ressalta o psiquiatra Miguel Jorge, professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), acrescentando que, no caso de Robin Williams, é preciso levar em conta o histórico de consumo de cocaína e álcool, bem como indícios de transtorno bipolar.

Observando que o suicídio é estudado não apenas por profissionais da saúde mental, como também por antropólogos e sociólogos, Miguel sustenta que “não generalizar é uma regra absolutamente preconizada, senão reduzimos a nossa capacidade de compreender o que acontece com cada grupo de pessoas”.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) contabiliza 350 milhões de pessoas que sofrem de depressão em todo o mundo e afirma que 90% dos suicídios poderiam ser evitados com trabalho preventivo.

– É importante divulgar que as pessoas não precisam esperar chegar em uma situação extrema. Devem buscar ajuda toda vez que, sozinhas, não conseguirem dar rumo para conflitos que estão atrapalhando a sua vida. E isso passa por não banalizar a dor psíquica – completa Mônica.

fonte: Diario Catarinense - Clic RBS

Frases famosas ditas por Robin Williams

A seguir, confira algumas frases famosas, ditas por Williams:




        “Realidade... que conceito!”;
        “Algumas pessoas dizem que Jesus não era judeu. É claro que ele era judeu! Trinta anos, solteiro, vive com seus pais, qual é! Ele trabalha com o negócio do seu pai, a mãe dele pensava que ele era um presente de Deus. Ele é judeu, desistam”;
        “Nunca brigue com uma pessoa feia, ela não tem nada a perder”;
        “Você acha que Deus fica chapado? Eu acho que sim... Olhe o ornitorrinco!”;
        “Meu Deus, Jack Nicholson. Ele uma vez estava comigo em um evento beneficente, se inclinou e disse com uma voz muito intensa ‘até mesmo as ostras têm inimigos’. Eu respondi com ‘aumente sua dose’”;
        “Comédia é a atuação do otimismo”;
        “Quando eu conheci David Beckham, eu não sabia se estendia a mão para ele ou se lambia o seu rosto”;
        “Não importa o que as pessoas digam, palavras e ideias podem mudar o mundo”.

fonte: http://www.megacurioso.com.br

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Conheça os 9 presentes mais desejados no Dia dos Pais

O Dia dos Pais será celebrado no Brasil no próximo domingo, e muitos filhos ainda decidiram que presente comprar. Uma pesquisa realizada pelo site de comércio eletrônico Mercado Livre aponta quais os itens mais populares entre os brasileiros que têm filhos. Equipamentos eletrônicos, como tablets, celulares, notebooks e TVs, estão no topo da lista, além de pacotes de viagem.
A pesquisa aponta diferenças importantes entre a expectativa dos pais e a intenção dos filhos. Artigos de moda, entre eles roupas, calçados e acessórios, ficam no topo da lista de potenciais presentes dos filhos. Menos de 10% dos pais, contudo, acham que esses são os presentes ideais. Os produtos para higiene pessoal, como perfume ou barbeador elétrico, também estão na mira dos filhos — e igualmente não são prioridade dos pais.

Os dados mostram que 34% dos filhos entrevistados pretendem gastar entre 100 e 250 reais, 28% planejam desembolsar entre 50 e 100 reais e 12%, mais de 250 reais. Mais: 92% afirmaram que vão comprar o presente pela web.

A pesquisa foi realizada por meio da internet entre os dias 14 e 28 de julho. Responderam às questões 10.645 pessoas, sendo que 4.649 delas (44% do total) se identificaram como pais — do restante, 4.932 são filhos e 1.064 afirmaram que não são pais e não pretendem presentear ninguém no Dia dos Pais. Dezesseis por cento dos entrevistados se apresentaram simultaneamente como pais e filhos.


Outra opção mais barata é dar ao seu pai um CD de uma banda que ele gosta ou mesmo um DVD ou Blu-ray daquele filme favorito. A opção de presente foi apontada como a preferência de 4,2% dos entrevistados na pesquisa.


Produtos para higiene e cuidados pessoais são sempre úteis: 5,3% dos entrevistados querem ganhar esse tipo de presente. Há opções como máquina para cortar o cabelo, aparelho de barbear elétrico, perfumes e loções pós-barba, entre outros.


Embora elas estejam em baixa depois da chegada dos smartphones, ainda há quem prefira ter uma câmera digital para registrar os momentos em família. No total, 6,5% dos entrevistados afirmaram que querem o presente. Se o seu pai gosta de fotografar, mas não tem muito jeito com celulares, este pode ser o presente ideal.


Os livros são sempre uma boa escolha de presente. No total, apenas 6,8% dos entrevistados indicaram o item. Se o desejo do seu pai é ganhar um novo gadget, é possível considerar um leitor eletrônico de e-books.


 Embora apareçam no topo da lista de presentes que os filhos pretendem comprar para seus pais, roupas, sapatos e outros presentes relacionados aparecem apenas em quinto lugar entre os mais desejados pelos homenageados da data. Quase 10% dos entrevistados escolheram essa opção.


Os gadgets estão no topo da lista dos presentes que os pais gostariam de receber. Notebooks, tablets ou celulares, bem como acessórios para esses produtos, são boas escolhas. No total, 39,1% dos entrevistados apontaram essa categoria como a mais desejada no Dia dos Pais.




Em ano de Copa do Mundo, muita gente troca a TV antiga por uma nova. A tendência se mantém após o evento, já que os preços dos televisores caem. Para quem já comprou um aparelho novo, um home-theater ou Blu-ray player pode ser um complemento. Entre os entrevistados, 28,1% escolheram essa categoria.



A pesquisa mostra que os pais também estão com vontade de relaxar. Pacotes de viagem nacionais e internacionais figuram entre os presentes mais desejados. As viagens foram indicadas por 12,6% dos entrevistados.



 Quem disse que os pais odeiam clichês? A tradicional caixa de ferramentas, fundamental nos consertos domésticos, também aparece entre os produtos que os pais gostariam de ganhar. Cerca de 10% dos entrevistados afirmaram que gostariam de receber esse presente.


 fonte: Veja. abril

Redes Sociais - Fique ligada no que é certo ou errado para não fazer feio



Muitas vezes nossas ações nas redes sociais são intuitivas, mas é importante parar um pouquinho para pensar antes de postar, compartilhar e curtir. Fique ligada no que é certo ou errado para não fazer feio:

Curtir

· Compartilhar uma receita nova de um suco que adorou ou um novo jeito de usar um ingrediente.

· Postar uma foto sua correndo no pôr do sol ou malhando na academia. 
· Contar qual é o seu exercício preferido, mas defender que cada um precisa encontrar o seu para ele fazer efeito.

· Postar a foto do pedaço de pizza ou do brigadeiro que comeu no fim de semana – afinal, ninguém é de ferro e o mundo é virtual, mas a vida é real. 

· Criar hashtags divertidas, do tipo #jeans36quemeaguarde e #boramalhar.

Excluir

· Postar que aquela omelete de claras é mais gostosa do que qualquer bolo de chocolate – não vale exagerar, combinado?

· Não deixar sua amiga da academia em paz até conseguir que tire uma foto sua em seu melhor ângulo na fitball. 

· Postar foto com roupa de ginástica, colocar hashtag na linha #segundonasemmoleza ou #tachovendoevoumalharmesmoassim e voltar para embaixo do edredom. 

· Implorar para os amigos darem um like na sua foto da aula de pilates.

· Postar sua dieta detalhada ou a receita de suplemento que o médico prescreveu. Eles foram recomendados para você e não para milhares de seguidores.

fonte: http://mdemulher.abril.com.br