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segunda-feira, 16 de junho de 2014

Nós podemos mudar nossos Hábitos - Saiba Como

a vida não tem controle remoto

Nossos dias são repletos de muitas atividades. E boa parte delas são repetições de ações que executamos há anos. Fazemos muitas coisas iguais todos os dias: acordar, tomar banho, comer, nos vestir, etc. Seguimos um padrão de comportamento e com isso determinamos nossas ações. Boa parte do que fazemos no nosso dia a dia são hábitos e configuram nossa rotina diária. 

Hábitos são comportamentos que assimilamos através da repetição de uma ação e assim criamos um processo de aprendizado e internalização do conceito. Com o passar do tempo, deixamos de agir de forma consciente e essas ações repetitivas se tornam automáticas e inconscientes. 

Você pode lembrar-se agora de muitos e muitos aprendizados que hoje são parte de você nas suas ações. Por exemplo, o caminhar, falar e até mesmo o dirigir. No começo de qualquer processo novo, as pessoas precisam de muita atenção e concentração para conseguir ter o resultado desejado. Com o passar do tempo, o aprendizado se torna sabido e conhecido, com isso, o conceito fica internalizado. 

Quando um comportamento que antes era novo e exigia muito esforço passa a ser incorporado se tornando um hábito, deixa o cérebro livre para observar e pensar outras coisas, deixando espaço para o novo. Assim a mente se mantém viva, em pleno movimento. 

segunda-feira, 9 de junho de 2014

Cura tudo: 10 doenças que o yoga pode melhorar



Há seis anos, Carolyn LaFleur esteve em um acidente de carro. Durante um ano e meio, ela não pode mover seu pescoço, teve dores terríveis no quadril, e dores de cabeça insuportáveis.
Gelo, fisioterapia e massagem terapêutica ajudaram seu pescoço e quadril, mas não fizeram muito pela sua dor de cabeça. Foi quando o doutor Loren Fishman, especialista em medicina de reabilitação, lhe “prescreveu” ioga.
“Ioga reduz a tensão e relaxa o músculo”, diz. “E no minuto em que você percebe que a ioga ajuda, isso levanta sua confiança de que você pode ajudar a si mesmo, dando-lhe o sentimento de conquista”, complementa o médico.
Não só Fishman, mas outros especialistas têm estudado o poder da ioga em melhorar todos os tipos de condições médicas, de depressão e disfunção sexual a lesões. Eles afirmam que a ioga baixa os níveis de estresse e relaxa tudo no corpo, incluindo vasos sanguíneos. Como as artérias relaxam, não há mais fluxo de sangue por toda parte, então tudo fica melhor. Confira 10 doenças em que a ioga pode fazer diferença e corra para a próxima academia:


1 – Dores de cabeça
Algumas poses da ioga, como a postura do camelo, da roda e da ponte podem ajudar com dores de cabeça. Essas poses esticam os músculos na frente do peito, que ajudam a controlar a cabeça.
2 – Asma
Vários estudos, incluindo um publicado em um periódico médico indiano de fisiologia e farmacologia, mostra que a ioga auxilia os que sofrem de asma. Procure profissionais para saber quais poses ajudam.


3 – Disfunção sexual em mulheres
Pesquisas mostram que as mulheres que praticam ioga melhoram o desejo sexual, a satisfação e os orgasmos. Especialistas sugerem uma sequência de posturas como agachamento de pernas, postura do lagarto e postura do sapo para melhorar a vida sexual da mulher.
4 – Disfunção sexual em homens
Médicos na Índia têm usado a ioga com sucesso para tratar homens com ejaculação precoce. Nesse caso, também, certas poses parecem ajudar os homens a melhorar suas vidas sexuais, como a postura do cachorro.
5 – Problemas de sono
Pesquisadores de câncer descobriram que pacientes com linfoma que fazem ioga dormem melhor do que os que não fazem. Alguns guias de ioga sugerem que você faça a postura do bebê feliz ou da deusa antes de ir para a cama.
6 – Dores menstruais
Uma pesquisa constatou que as posturas da cobra, gato e peixe ajudaram adolescentes e mulheres jovens com dor menstrual.
7 – Lesões no manguito rotador
O manguito rotador é o grupo de músculos que cobre a cabeça do úmero e tem grande importância na estabilização, na força e na mobilidade do ombro. Um estudo de Loren Fishman mostrou que uma postura na qual o praticante fica de cabeça para baixo com ajuda de uma outra pessoa pode ajudar pessoas com lesões no manguito rotador.
8 – Osteoporose
Fishman também publicou um estudo mostrando que uma sequência de 10 poses de ioga ajuda a construir densidade óssea em mulheres após a menopausa.
9 – Sensibilidade à dor
De acordo com um estudo da Universidade de Utah, EUA, as pessoas que praticam ioga têm uma maior tolerância à dor do que aquelas que não praticam.
10 – Depressão e ansiedade
Um estudo alemão mostrou que mulheres emocionalmente perturbadas tornaram-se menos deprimidas e ansiosas depois que fizeram duas aulas de 90 minutos de ioga por semana, durante três meses. A pesquisa sugere as posturas do camelo, da ponte e da roda.

fonte: www.hypescience.com

Porque ser tocado pode inflamar suas emoções



Ser tocado não é um lance apenas físico; é bastante emocional. Isso foi provado por Michael Spezio, professor visitante no Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech, EUA) e professor assistente de psicologia no Scripps College (EUA).
Sua pesquisa, publicada no periódico Proceedings of the National Academy of Sciences, mostrou que o toque pode ser social, isso é, pode mudar de significado dependendo de quem nos toca, provocando conforto, excitação ou repulsa.
Homens heterossexuais que participaram do estudo tiveram seus cérebros monitorados por ressonância magnética funcional.
Eles receberam um toque (uma carícia considerada sensual) de uma mulher atraente em suas pernas, mas, através de vídeos, foram levados a acreditar que em algumas ocasiões, quem deu o mesmo toque era um homem (bastante “macho”).

terça-feira, 3 de junho de 2014

9 comportamentos fundamentais de pessoas que impactam positivamente o mundo



As pessoas que realmente fazem a diferença, ou seja, que impactam o mundo de maneira positiva, têm todas pelo menos uma coisa em comum: elas amam o que fazem, seja lá o que isso for.
Elas não são sempre privilegiadas, ou gênios com capacidades especiais: são simplesmente pessoas que dão o seu melhor sempre, com alegria e determinação. Elas ultrapassam quaisquer obstáculos para transformar o mundo à sua volta.
Confira alguns comportamentos que essas pessoas têm que as ajudam a melhorar o mundo, e que você pode experimentar também:



Dedicam-se ao que lhes dá significado e propósito de vida

Quem acredita e tem um propósito de vida precisa honrá-lo. As pessoas que impactam de forma positiva o mundo sabem qual é o significado de suas vidas e usam o que aprendem como um meio de estar a serviço dos outros. As pessoas com um senso de propósito são determinadas, focadas, comprometidas; nunca são dissuadidas ou distraídas pelo que não acreditam. Esse senso de significado e propósito lhes dá uma força de vontade inesgotável e oferece um guia pelo qual seguir ao longo do caminho.

Se comprometem a se melhorar continuamente

Pessoas que impactam o mundo para melhor sabem que não são perfeitas. Elas entendem que seu conhecimento não é “completo” – há sempre lacunas, preconceitos e limitações a superar.
Sim, existem muitos narcisistas poderosos, mas sua influência não é positiva ou útil a longo prazo – é prejudicial e destrutiva. Inovadores que moldam positivamente o mundo têm uma “mente de principiante”, um coração amoroso e compassivo e uma mente aberta para aprender e experimentar coisas novas e ser uma pessoa melhor.
7 erros de pais e mães que impedem que as crianças se transformem em líderes

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Cegueira por desatenção pode ser a causa pela qual seu filho não dá a mínima para o que você diz

Dificilmente algum pai ou mãe nunca passou por isso: tentar – sem sucesso – dar instruções simples para as crianças enquanto elas estão vidradas na televisão, jogando ou lendo um livro. A capacidade delas de ignorar o que acontece fora do seu foco imediato de atenção é tão grande que nem um megafone parece ser suficiente para conseguir uma resposta.

Mas os cientistas acreditam que há realmente uma razão para a falta de consciência dos baixinhos, que está ligada à forma como o cérebro se desenvolve. Eles dizem que as crianças não ignoram intencionalmente; na verdade, eles estão passando por algo chamado de “cegueira por desatenção”.
Essa cegueira é a diferença entre olhar e ver o que está realmente lá, entre ouvir e registrar o que realmente foi dito. O resultado é uma falta de consciência, especialmente fora do foco imediato de atenção.
De acordo com a professora Nilli Lavie, do Instituto de Neurociência Cognitiva da Universidade de Londres (Reino Unido), as crianças têm consciência muito menos periférica do que os adultos.