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terça-feira, 27 de maio de 2014

Falar sozinho é maluquice?



Seus amigos dizem que você é maluco por falar sozinho? Diga a eles que isso é uma coisa natural – e que pode poupar tempo na procura de objetos perdidos.
A maioria das pessoas fala para si mesmo, pelo menos, a cada poucos dias. Mas qual é o propósito desse comportamento aparentemente irracional? Pesquisas anteriores mostram que o fato das crianças falarem sozinhas pode ajudar a orientar o seu comportamento. Por exemplo, as crianças muitas vezes falam para si mesmas o passo a passo de algo, por exemplo, enquanto estão amarrando os cadarços, para que se lembrem de como fazer isso depois.
Mas falar sozinho pode ajudar adultos também? Sim, principalmente se você está procurando alguma coisa. Pesquisadores da Universidade do Wisconsin-Madison e Universidade da Pensilvânia, EUA, realizaram uma série de estudos para descobrir se falar com si mesmo pode ajudar na busca por objetos particulares. O estudo foi inspirado no fato de que muitas pessoas murmuram para si mesmas quando estão tentando encontrar, por exemplo, um pacote de feijão nas prateleiras do supermercado ou um pote de manteiga dentro da geladeira.
Foi verificado que quando as pessoas falam sozinhas, elas realmente encontram o objeto mais rapidamente. Na próxima vez que você perder suas chaves, você pode murmurar “chaves, chaves, chaves” para si mesmo enquanto procura por elas, e simplesmente ignorar as pessoas que estão te olhando estranho…
fonte: http://hypescience.com

Economize dinheiro saboreando a sua vida

Dizem por aí que o melhor jeito de viver a vida é procurar ser, todo o dia (ou sempre que possível), uma pessoa melhor. Mas, como tantas outras coisas – tais como parar de se importar com o que as pessoas pensam e se aceitar para ter uma vida mais feliz -, essa parece ser mais fácil de falar do que de fazer.


Só que, independente do grau de dificuldade dessas pequenas “missões” que impomos a nós mesmos todos os dias, sempre temos uma alternativa muito agradável: tentar.
No quesito “tentar”, os psicólogos não só fazem mágica, como têm alguns truques na manga para nos ensinar a percorrer esse caminho que, entre outras possibilidades, pode muito bem acabar em uma vida mais feliz e satisfatória. Então, eu pergunto: por que não saber mais e, quem sabe, tentar?
Existem uma série de sensações desagradáveis que, infelizmente, fazem mais parte da nossa rotina do que gostaríamos, como o estresse, por exemplo.
O estreese puxa a falta de tempo, que também é consequência de uma rotina atribulada e cheia de tarefas, com um fluxo de informação mais intenso que um feed de notícias de Facebook de uma adolescente de 15 anos. É tanta coisa para acompanhar que quase não sobra para tempo para relaxar e curtir um momento de tranquilidade só seu. Essa onda de insatisfação costuma englobar um outro problema do nosso tempo: a sensação de estar sempre sem dinheiro.



Quanto ao estresse, o único conselho que podemos dar é: relaxe. Encare isso como uma escolha: o estresse está nos ambientes que frequentamos, mas você pode deixá-lo entrar em você, ou não. Leva tempo até a gente aprender a separar as coisas e entender que algumas questões não devem ser levadas para casa. No entanto, eu garanto: é possível.



Quanto à falta de tempo, das duas uma: ou você realmente não tem tempo, porque trabalha mais que o relógio, ou você arruma desculpas para não ter tempo e evitar passar um tempo agradável na sua própria confortável companhia. Se o seu for o primeiro caso, se acalme e reduza o ritmo das suas atividades. Por outro lado, se a sua pessoa se encontra no segundo caso, minha dica é ler esse artigo: a autoaceitação pode ser a chave para uma vida mais feliz.
Agora se você é desses que vive dizendo (ou achando) que está sem dinheiro, tenho mais algumas coisas para conversar com você. Se estivéssemos em uma mesa de bar, qualquer dia antes de hoje, meu conselho provavelmente seria procurar algum aplicativo de controle de finanças. Ou fazer planilhas para controlar os seus gastos.
Mas hoje eu tive a felicidade de conhecer uma nova técnica, digamos assim, de como fazer o dinheiro durar mais. Ou como economizar, se você preferir colocar nesses termos. E não poderia de deixar de compartilhar com você, que pode fazer tão bom proveito dela quanto eu. Essa técnica é fácil de aprender e, acredite, tem efeitos magníficos na sua felicidade. Como não poderia deixar de ser, é gratuita. Quer saber como ela se chama? Que rufem os tambores! Essa técnica tão milagrosa se chama “saborear”.


O que é saborear?

Acho que esse é um daqueles casos em que a resposta é exatamente o que parece ser. A técnica do “saborear” é a capacidade que desenvolvemos em nós mesmos de prolongar e esticar aquela sensação boa de experiências que consideramos positivas. É a diferença entre engolir uma refeição e se deliciar com cada garfada, sentido aquele sabor dos deuses derreter na boca pouco a pouco. “Saborear” tem tudo a ver com a quantidade de tempo que você gasta sentado em frente a um pôr do sol.
Os cientistas têm consistentemente encontrado evidências que fortalecem a teoria de que saborear todos os momentos de nossas vidas (inclusive os pequenos) provoca um aumento quase inacreditável na felicidade de cada um de nós. O que, convenhamos, faz sentido. Quanto mais você puder prolongar suas experiências emocionais positivas, mais emoções positivas estarão presentes no seu dia a dia.
Na verdade, essa capacidade de “saborear” têm se mostrado eficiente para trazer diversos benefícios às pessoas ao longo de toda a vida: estudos mostram que esse hábito incrivelmente simples contribui decisivamente para o bem-estar de crianças, adolescentes, adultos e idosos. Ou seja: é um hábito que você planta e colhe em qualquer estágio da vida.

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Por que superstições funcionam



No Pacífico Sul, fica um lugar remoto chamado de Ilhas Trobriand, localizadas ao largo da costa leste de Papua-Nova Guiné.
Nenhum homem branco tinha posto os pés lá até o final de 1700. Durante a Primeira Guerra Mundial, no entanto, as ilhas foram visitadas por uma lenda do campo da antropologia, o cientista Bronislaw Malinowski.

Malinowski, um observador atento da humanidade, notou algo estranho sobre os tobriandeses. Quando os habitantes da ilha pescavam, seu comportamento mudava dependendo de onde eles estavam. Se estavam pescando perto da costa, onde as águas eram calmas, a pesca era consistente e o risco de desastre era baixo, eles não eram supersticiosos.
Mas, quando os pescadores navegavam pelos mares abertos, onde ficavam muito mais vulneráveis e as suas perspectivas muito menos seguras, eles se tornavam muito supersticiosos, às vezes se engajando em rituais elaborados para “garantir o sucesso”.

Em outras palavras, uma falta de controle da situação havia produzido uma grande necessidade de superstição.

sexta-feira, 16 de maio de 2014

O poder de um simples “obrigado”



A pesquisa da Dra. Laura Trice começou com uma constatação muito simples. Ela sempre se encontrava em situações em que sentia vontade de agradecer as atitudes das pessoas, mas não o fazia, por vergonha. Então, começou a se perguntar se isso acontecia também com as outras pessoas, e resolveu pesquisar mais a fundo a questão.
Com a experiência de trabalhar em uma clínica de reabilitação, com pacientes que estão entre a vida e a morte por conta de um vício, a Dra. Trice conta que a ferida mais profunda que a maioria deles tem é que nunca ouviram seus pais dizerem: “Eu tenho muito orgulho de você, filho”.

 Mas não porque os pais não tinham esse sentimento, e sim porque nunca tiveram coragem de dizer com todas as palavras para quem mais precisava ouvi-las. Na maioria dos casos, o paciente acaba sabendo que o pai tinha de fato orgulho dele pelos outros familiares.

E esse simples grupo de palavras não ditas poderia ter mudado radicalmente a história não só desses pacientes, mas de muitas outras pessoas que, todos os dias, têm boas atitudes que não recebem o reconhecimento que deveriam. Mas por que fazemos isso?

As 10 nações mais bêbadas do mundo



Na última segunda-feira, a Organização Mundial da Saúde (OMS) publicou um novo relatório que revela os países que são os maiores consumidores de bebidas alcoólicas do mundo. Eu sei que você está com sede de saber em que lugar o Brasil ficou no ranking, mas já adianto que, a nível mundial, não chegamos nem ao top 10.
No entanto, quando o assunto é América Latina, a história muda. Segundo dados da OMS, o Brasil é o quinto país que mais consome álcool na América Latina.


terça-feira, 13 de maio de 2014

Manias: aprenda a controlar 7 hábitos que incomodam quem está ao seu lado

Listamos as manias que mais irritam quem convive conosco. Hora de amenizá-las (ou eliminá-las de vez). Não é só pelos outros, é por você.

Uma das coisas que mais tiram as pessoas do sério é música alta. Por isso, que tal comprar fones de ouvido?





1. Falar alto no celular 
Não importa quão longe a pessoa esteja, gritar não vai fazer sua voz chegar mais rápido ou mais clara ao ouvido dela. E isso pode ser preocupante principalmente no ambiente de trabalho. Caso não tenha notado, seus colegas estão tentando se concentrar enquanto você marca a próxima consulta no ginecologista - e deixa todo mundo saber. "Falar alto no celular perturba o ambiente, distrai aqueles que deveriam estar concentrados e expõe seus assuntos íntimos sem necessidade", diz o consultor de carreira Gutemberg Macedo, de São Paulo. Não consegue deixar de aumentar o tom quando está ao telefone? Vá até a varanda, o banheiro, o hall, algum lugar reservado, onde, ao menos, não irá atrapalhar ninguém.


2. Abusar do perfume


Quem quer uma enxaqueca logo de manhã? Ninguém, certo? Mas é isso que odores fortes podem provocar: dores de cabeça intensas. Não precisa parar de usar perfume, mas, em vez de aplicar diretamente no pescoço e pulsos, que tal borrifar no ar para formar uma nuvem com o líquido e passar no meio dela?


3. Escutar música alta em lugares públicos


Ninguém é obrigado a gostar das mesmas músicas que você, por isso não precisa ouvir em volume máximo seja lá o que esteja escutando na academia, no elevador... A solução é óbvia: comprar um par de fones de ouvido e deixá-lo sempre na bolsa para não se esquecer de usar. Mas, por via das dúvidas, é de bom-tom desligar o aparelho quando cruzar a porta do trabalho, entrar no hall do prédio etc. Um pequeno sacrifício pelo bem da convivência humana.


4. Contar o fim de um livro, filme, seriado...


Spoiler é um dos maiores males da sociedade moderna. Tem gente que não fica feliz só em ver o final de Breaking Bad. Tem que ver antes de todo mundo e... compartilhar o que achou no Facebook. Sério? Mesmo que não se importe de descobrir como termina seu seriado preferido antes de assistir, segure-se! E, da próxima vez que sentir vontade de contar algo do enredo, pergunte se a pessoa quer ouvir ou prefere ver com os próprios olhos. A gente aposta na segunda opção.

5. Cortar e entrar na história de outra pessoa


Socializar significa falar... e escutar também! Tudo bem cortar alguém para dizer algo urgente, mas não para impedir a pessoa de terminar a própria história só para que você conte a sua, que, na sua opinião, é muuuito mais interessante. Claro, não é por mal e, às vezes, você nem percebe que está interrompendo o outro. Mas, se já sabe que tem o hábito, vale a autoanálise. Notou que atravessou? Peça desculpas e diga para quem foi cortado retomar a história.


6. Parar de prestar atenção no papo real para checar o celular 


Os relacionamentos estão mudando e a competição está injusta. Como prestar atenção, ao mesmo tempo, no Facebook, no Instagram, no Candy Crush e no que aconteceu no trabalho do namorado? Não, a pergunta é outra: se seu amor está conversando com você, por que os apps seriam mais importantes? "Temos tanto medo de perder algo quando estamos desconectados que não prestamos atenção na vida real", diz a psicóloga Sirley Bittu, da clínica Self Care, em São Paulo. Um exercício para a próxima vez que estiverem juntos: desliguem o celular. Ou deixem longe, com um toque especial para quem pode ligar em caso de emergência (sua mãe, irmãos, a melhor amiga).


7. Se intrometer nas conversas dele

Quando seu namorado está falando com alguém ao telefone, você já libera os ouvidos para ouvir o papo - até quando é a mãe dele. Em uma roda de amigos, não desgruda do cara, mesmo quando o assunto é NBA (e você nem gosta de basquete). Tudo para mostrar que se importa, quer se enturmar, cuidar dele, enfim. Mas é muito mais legal respeitar o espaço dele. Solução prática: da próxima vez que o assunto não for com você, mude de roda ou vá escutar um pouco de música enquanto ele fala no celular.
fonte: http://mdemulher.abril.com.br

segunda-feira, 12 de maio de 2014

Uma dica simples para brigar menos em casa


Segundo uma pesquisa do controverso Dr. Brad Bushman, uma barrinha de cereal pode ser a chave para a paz no lar. Isto mesmo, nada de autodistanciamento, nem contar até dez – uma barrinha de cereal ou um doce (alguém falou chocolate?).
Na pesquisa, o Dr. Bushman usou uma boneca de vudu para medir a agressividade do casal em relação ao cônjuge. Durante três semanas, sempre à noite, 107 casais, com uma média de 12 anos de casamento, eram convidados a cravar até 51 agulhas em uma boneca de vudu representando a sua cara metade, e tinham o nível de glicose no sangue medido.

sexta-feira, 9 de maio de 2014

Perdeu os óculos? Aprenda um truque para enxergar bem sem precisar deles!



Quem tem algum problema de visão e depende de óculos para enxergar as coisas com nitidez, sabe como é triste perdê-los, ou esquecê-los. Depois que a gente descobre como precisa deles, a dependência do par de lentes ideal para os nossos olhos só aumenta. E ficar sem ele é quase como ficar sem direção.
Isso tudo por um motivo muito simples: a visão é o sentido humano mais convincente, digamos assim. Palavras, histórias e sons são legais e dão boas noções para a gente. Mas o ser humano de uma maneira geral precisa ver para crer. E só depois de ver com os próprios olhos (ou às vezes com as mãos) realmente acreditamos que algo realmente existe. Por isso nos esforçamos tanto para corrigir defeitos de visão – seja com óculos, lentes ou até cirurgia.

quarta-feira, 7 de maio de 2014

Sedentárismo - Conforto e Saúde! Dr. Dráuzio Varella


O conforto nos tornou sedentários empedernidos. Conforto pressupõe cadeiras anatômicas com almofadas macias e ter tudo ao alcance da mão.

Enquanto nossos antepassados caçadores-coletores ganhavam o sustento com o suor de seus corpos e nossos avós eram obrigados a longas caminhadas para realizar as tarefas diárias, nós vamos de automóvel, tomamos elevadores, subimos escadas rolantes, apertamos botões para lavar roupa e fechar vidros, usamos telefones móveis para evitar deslocamentos e chamar o disque-pizza.


Hoje em dia, não existe pessoa alfabetizada que desconheça os benefícios da atividade física. Não é sem propósito, exceção feita a parar de fumar, nenhuma intervenção isolada de saúde pública tem tamanho impacto na prevenção das enfermidades crônicas que afligem o homem moderno: hipertensão arterial, diabetes, obesidade, reumatismo, infarto do miocárdio, derrame cerebral, e tantas outras.



sábado, 3 de maio de 2014

Cicloturismo: uma boa opção para os pais que gostam de pedalar com os filhos

Pedalar está na moda e, se colocar a bicicleta nas ruas da cidade pode ser perigoso para as crianças, roteiros fora do Brasil permitem que os pequenos explorem a natureza sobre duas rodas. Pegue o capacete e aproveite!

pegue o capacete e aproveite

Leve em conta que só crianças com mais de 5 anos podem participar da pedalada

Com o trânsito nas grandes cidades, a preocupação com meios de transporte alternativos é mais do que uma necessidade. Faixas de ônibus e novas ciclovias são planejadas e surgem a todo momento, mas, se você ainda não tem coragem de andar pelas ruas com as crianças sobre duas rodas, que tal viajar? Empresas estão se especializando em cicloturismo, uma opção para os pais que querem mostrar para os filhos que nem só de carro, ônibus e avião são feitos os trajetos de férias.