data='blog' name='google-analytics'/>

Seguidores

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

O Homem trai mais? Ou será a Mulher? O que você acha?

Na atualidade o assunto "traição conjugal" é bastante discutido pelas pessoas. Desta forma, se criam especulações, e uma delas é referente aos gêneros, limitando-se neste texto a responder: Quem trai mais, o homem ou a mulher? 


Frente aos estudos já realizados nesta direção é possível dar respostas. Em diferentes culturas foram desenvolvidos estudos sobre a infidelidade conjugal. Nelas se constatou que os homens, ainda, traem mais que as mulheres. Estes dados podem ser explicados psicologicamente e biologicamente pela auto confirmação da identidade masculina estar ligada há identidade sexual. 


Assim, relacionamentos sexuais frequentes e numerosos com diferentes mulheres é, muitas vezes, um meio em que os homens encontram de auto afirmarem a sua masculinidade. Outra diferenciação de gêneros também muito importante são dos sentimentos das mulheres e dos homens vinculados à infidelidade; as mulheres são as únicas a apresentarem sentimentos de culpa num ato de infidelidade. Talvez pela nossa cultura, onde é vista de forma muito "natural" e "perdoável" quando cometida pelo homem e julgadora e "apedrejada" no ato infiel da mulher. As mulheres quando traídas, conseguem lidar com a questão de maneira mais "tranquila" que os homens, mas em se tratando dos homens é gritante! 

Os preconceitos à cerca dos homens, impostos por eles mesmos, resultando na maioria das vezes em separação. Nos últimos anos, as mulheres conquistaram maior espaço no mercado de trabalho, e conseguinte, elas também se expuseram mais a infidelidade, supostamente por se tornarem mais exigentes na relação de amor com os companheiros. As pesquisas também mostram que o número de separações conjugais, na população em geral, está aumentando consideravelmente nos dias de hoje. Homens e mulheres buscam relacionamentos amorosos mais verdadeiros e gratificantes, mesmo que o relacionamento anterior não tenha dado certo, independente do que tenha acontecido e continuando pela busca incessante de alguém que os preencham. 

Conforme Féres-Carneiro (1998), na nossa sociedade "os indivíduos se divorciam/separam não porque o casamento não é importante, mas porque sua importância é tão grande que os cônjuges não aceitam que ele não corresponda às suas expectativas". Levando em consideração que a traição dentre outras faltas que possam existir numa relação, possibilitam desestruturação emocional. 

Quando ambos acreditam valer a pena "recomeçar" mesmo com tais "falhas", com os preconceitos e julgamentos entorno, o juízo decisório se dá entre essas duas pessoas, cabe avaliar se ainda há tentativa de reestruturação e reorganização desses sentimentos.
fonte: http://www.portaleducacao.com.br/