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terça-feira, 26 de março de 2013

Dificuldades para se concentrar na leitura



“Aprendendo a Domar seus pensamentos” 

Quantas vezes você se propôs a estudar e ao começar a ler a segunda linha não sabia mais o que 

estava escrito na primeira? Ou, ainda, na melhor das hipóteses , fez um esforço um pouco maior e o
máximo que conseguiu foi chegar ao final da página, enquanto “lutava” com seus pensamentos, que 
divagavam em torno de vários assuntos, menos os referentes ao que acabara de ler? Pois é, você pode 
estar sofrendo da SFC (Síndrome da Falta de Concentração). Mas fique calmo: você pode corrigir isso. 
Imagino que neste exato momento você esteja mais preocupado em saber como se resolve 
isso do que em saber como se adquire isso, o que é bastante válido, porém isso pode sugerir um 
outro “probleminha” chamado DEA (Deficiência no Equilíbrio da Ansiedade), bem característico das 
pessoas que querem conhecer o final do livro antes mesmo de começar a lê-lo, das que 
querem partir logo para solução de exercícios antes de conhecer sua base teórica, das que 
sabem bastante, mas na hora da prova acabam tendo amnésia. Sobre ansiedade, podemos até 
nos aprofundar em outra oportunidade, porém é importante salientar que a ansiedade também é uma 
das causas da dificuldade de concentração. 
Vamos dizer que a causa é o fato gerador do problema, portanto, é importante que você a 
conheça. Sem identificá-la, corre-se o risco de ficar sem solução, perpetuando esta deficiência, afinal 
“chupar bala não resolve o problema do mau hálito, apenas o disfarça”. Desse modo, é importante que 
você saiba as possíveis causas da SFC. 
Várias podem ser as situações causadoras da falta de concentração. Como situações causadoras 
mais sérias, entre outras, temos a depressão e o TDAH (transtorno de déficit de atenção e 
hiperatividade) que afetam também a fase adulta e, entre as mais simples, vamos citar algumas como: 
estresse em geral, sono de baixa qualidade, “vício” em fazer várias coisas ao mesmo tempo, ansiedade, 
como já citada acima, alimentação inadequada, ah! sim, também o mau hábito que alguns possuem de 
estudar enquanto assistem à televisão. 
A esta altura, uma pergunta persiste: afinal como resolver o problema? Lógico que para cada 
causa teremos uma solução diferente, mas de maneira geral vou dar a dica de um exercício que 
ajudará bastante. Você deve fazê-lo diariamente. À medida em que se torne fácil, aumente sua 
dificuldade. Mentalmente imagine duas colunas, sendo uma ao lado da outra, a primeira começando 
com o 0 (zero) e outra começando com o número 100 (cem), ( 0 – 100). 
Na coluna da direita (0) você sempre aumentará 2 números, até chegar no total de 100, e na 
coluna esquerda (100) diminuirá 2 números, até que a coluna chegue a zero. Você deve executar esta 
tarefa simultaneamente e lembre-se: sem o uso de papel e caneta. Você deverá apenas recitar os 
números. Logo, você fará da seguinte maneira: 
0 – 100, 2 – 98, 4 - 96, 6 – 94... sucessivamente até chegar em 96 - 4, 98 - 2, 100 - 0. 
Se preferir peça a alguém que o ajude monitorando sua contagem, pois se você fizer sozinho e se 
perder, terá que começar do 0 – 100 outra vez. A outra pessoa poderá lhe dizer a última seqüência de 
pares de números certos que você pronunciou. 
Este simples exercício é de fato bastante poderoso. Além de trabalhar a concentração, ele também 
estimula a atenção e a memória. Leve a sério e perceba os resultados. Esteja atento a novas dicas e 
“boas práticas”. 
Drª Nanci Azevedo Cavaco – Academia do Cérebro 
Neurocientista especializada em memória e aprendizagem 
Psicopedagoga, Máster Practitioner em Programação Neurolingüística 

fonte: http://www.editoraferreira.com.br


Siga as 10 dicas para se concentrar na leitura!



1 – Desligue TUDO!: não tem como querer se concentrar com o computador, o rádio e a TV ligados e batendo papo via sms com a best, não é mesmo? Para manter o foco na leitura é necessário “esquecer” de tudo isso por um instante e prestar atenção apenas no que se lê. Assim, a leitura fica muito mais prazerosa!
SEM MUSICA, SEM NOTEBOOCK

2 – Esteja confortável: não adianta nada você querer se concentrar na leitura estando desconfortável! O melhor jeito é sentar-se numa mesa e apoiar o livro em uma superfície lisa. Assim você se “cansa” menos rápido e não tem perigo de ter uma tremenda dor nas costas no dia seguinte.

3 – Defina metas: “hoje vou ler 10 páginas desse livro”. Prometeu? Então, tente cumprir! Quando você alcança uma meta (por menor que seja), isso te dá aquela sensação boa de estar conseguindo se focar e desenvolve sua capacidade de concentração. Assim você terá mais força de vontade para continuar a progredir na leitura.
4 – Busque novas opiniões: os blogs literários estão aí para isso! Aproveite para conhecer novas opniões e mostrar o seu ponto de vista. Isso vai fazer com que sua curiosidade sobre o livro (e o seu “foco” nele) aumente!
5 – Leia o que te interessa: essa é uma dica básica: se você não gosta de livros de fantasia, por exemplo, não adianta começar por eles! Se você é superfã de romances e dramas, procure livros com esses temas, isso vai te prender mais à leitura!

6 – LUZ!: a luz é uma aliada superimportante para a concentração. Procure ler nos horários de luz natural, ou seja, durante a manhã e à tarde. Se você só puder ler durante a noite, lembre-se que a lâmpada não pode ser potente ao ponto de fazer contraste com as folhas do livro.




7 – A distância exata: o livro deve estar a cerca de 50 cm dos olhos, para que você consiga focar bem os grupos de palavras sem forçar a vista ou ter dor de cabeça. Ler com aquela dorzinha chata, ninguém merece, e não ajuda em nada na concentração, não é mesmo?

8 – Evite interrupções: tente não fazer intervalos durante a leitura, seja qual for o motivo, principalmente se não for algo de extrema importância, ok?
9 - Crie o hábito: Evite ler em um horário diferente a cada dia. Quando você cria o hábito da leitura fica mais fácil “parar tudo” para se dedicar à algumas horinhas com as palavras. Aproveite e confira nossas 10 dicas para deixar a leitura mais atraente.
10 – Pratique exercícios: com certeza os exercícios físicos ajudam não só a definir o corpo, mas também a focar e concentrar mais em suas atividades. Tente praticar (no mínimo) meia hora de exercício aeróbico por dia. Você vai se sentir mais disposta para encarar novos desafios.

fonte: http://todateen.uol.com.br



Carro ultracompacto começa a rodar em maio no Japão

O nome dele é Hiriko, que na língua basca significa "urbano". O carrinho vai ser vendido para prefeituras que usam o sistema de automóvel compartilhado, ou seja, que pode ser usado por qualquer pessoa




A partir de maio, começa a rodar no Japão um novo tipo de carro: o ultracompacto. Alguns são tão pequenos que não dá nem para dar carona. Se depender dos novos modelos que estão vindo por aí, namorar dentro do carro também vai virar coisa do passado. Quem namorou, namorou. Não haverá mais espaço para isso.
Os carros ultracompactos - com lugar para uma ou, no máximo, duas pessoas - têm uma série de vantagens. No Japão, onde as ruas são muito estreitas e as pessoas se preocupam em economizar combustível e reduzir a poluição, as montadoras já estão produzindo seus modelos, que começam a ser testados por 15 prefeituras e empresas a partir de maio.

A grande novidade, lançada este mês no Salão do Automóvel de Genebra, vem da Europa.
O carrinho até consegue ter um pouco mais de espaço interno - para duas pessoas - porque os engenheiros encontraram uma solução genial: ele aumenta e diminui de tamanho. Ele se parece com um ovo ou uma cápsula espacial, que pode ficar na posição horizontal, ou na vertical, reduzindo o espaço que ocupa na rua. Além disso, cada roda gira de forma independente, o que ajuda o carrinho a entrar naquela vaga de estacionamento que parece impossível.
O nome dele é Hiriko, que na língua basca significa "urbano" e foi desenvolvido por um consórcio espanhol e pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts, nos Estados Unidos. Como todos os ultracompactos, o Hiriko é totalmente elétrico. É capaz fazer 125 quilômetros com uma carga.

O carrinho vai ser vendido para prefeituras e empresas que usam o sistema de automóvel compartilhado, ou seja, que pode ser usado por qualquer pessoa. A intenção é que ele seja integrado ao transporte público. Funciona assim: a pessoa vai de trem ou de ônibus até o bairro onde mora. Quando desce na estação ou no terminal, pega o carro para fazer aquele último trecho até sua casa.
Várias cidades já manifestaram interesse em adquirir o carrinho. Na Ásia, Hong Kong. Segundo os fabricantes, uma das cidades interessadas é Florianópolis, no Brasil.

fonte:http://g1.globo.com

terça-feira, 19 de março de 2013

Doenças relacionadas à obesidade custam R$ 488 milhões por ano ao SUS

Estudo da Universidade de Brasília aponta que mulheres são mais atingidas


Uma semana após lançar uma campanha de combate à obesidade nas escolas, o Ministério da Saúde divulgou que o custo anual com internações e tratamentos relacionados à doença na rede pública é de aproximadamente R$ 488 milhões. Um quarto desse valor está relacionado à obesidade grave.


O estudo, conduzido pela pesquisadora Michele Lessa, da Universidade de Brasília, leva em conta tanto o atendimento de problemas diretamente relacionados à obesidade quanto cuidados com 26 doenças relacionadas ao excesso de peso, como o diabetes, a hipertensão arterial e diversos tipos de câncer.

"Se considerássemos só o custo da obesidade em si teríamos R$ 32 milhões, que é o custo da cirurgia bariátrica. Mas, a partir de dados epidemiológicos, em que avaliamos a associação a doenças e o percentual de casos de diabetes e hipertensão devidos à obesidade, a gente conseguiu chegar a um custo mais alto e verificar o quanto a obesidade onera o SUS", disse Michele Lessa.



Mulheres são as mais atingidas pela doença
Do custo total de R$ 488 milhões, R$ 166 milhões estão ligados a doenças isquêmicas do coração, R$ 30 milhões ao câncer de mama e R$ 27 milhões à diabetes. Ainda segundo o estudo, as mulheres são as mais afetadas por doenças relacionadas à obesidade do que os homens. Cerca de 1,14% da população feminina encontra-se obesa, contra 0,44% dos homens. O resultado também afeta o gasto do Sistema Único de Saúde (SUS). Cerca de R$ 328 milhões são consumidos em doenças relacionadas às mulheres obesas.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, destacou que o governo vem trabalhando para que o Brasil não alcance níveis alarmantes de obesidade registrados em outros países. Hoje, o ministério estima que cerca de 15% dos brasileiros sejam obesos. Esse percentual chega a 20,5% na Argentina, 25,1% no Chile e 27,6% nos Estados Unidos.

Rota de crescimento

A rota de crescimento, no entanto, já preocupa. O Brasil tem registrado um aumento médio de 0,76% na taxa de obesidade a cada ano. Já o excesso de peso tem crescido, em média, 1,05% por ano. A obesidade grave, também chamada de mórbida, vem apresentando um crescimento 4,3% mais rápido que a obesidade em si.

“Agora é o momento para o Brasil agir caso não queiramos atingir níveis graves como destes países. E o pior caminho para tentar enfrentar a obesidade é culpar o indivíduo”, disse Padilha.

Para tentar frear esse processo, o ministério lançou uma nova linha de cuidados voltada à obesidade, com a inclusão de novas cirurgias, a redução da idade para realizar a cirurgia bariátrica (de 18 para 16 anos) e o reajuste dos procedimentos em até 20%. Além disso, também vai ampliar o número de hospitais credenciados a realizar a cirurgia bariátrica, hoje em 81. Em 2012, segundo Padilha, foram realizadas 6.029 cirurgias bariátricas no SUS. Em 2008, foram feitas 3.195. 

Outro reforço será feito nas equipes de saúde da família, que terão aporte de R$ 530 milhões para ampliar o atual número de 1.888 para cerca de 2.900. As equipes contam com nutricionistas, educadores físicos, além de médicos.
fonte: http://www.jb.com.br

Bocejo! Voce quer saber se ele é contagioso?


Bocejo está sim relacionado ao sono, mas não é somente o sinal de uma noite mal dormida. Esse ato quase que involuntário, está associado ao baixo metabolismo do corpo, como se fosse uma forma de enganar o sono.  

Mas segundo o WebMD, o bocejo pode ser também um alerta de outros problemas que podem passar despercebidos. Confira algumas razões que podem influenciar que ele apareça para você. Mas lembre-se, o ideal é procurar um médico antes de tomar alguma medicação. 

Alergia alimentar 

Se sua fadiga se intensifica depois das refeições, você pode ter uma intolerância leve a algo que está comendo. Pode não ser do tipo que causa coceira ou vermelhidão, mas te deixa cansado. A solução? Tente retirar do cardápio uma coisa de cada vez e observe se a fadiga some. 

Infecção urinária 
Você pode ter uma infecção urinária sem a coceira e a dor. “A infecção nem sempre avisa o corpo de forma óbvia”, diz especialistas do WebMD. Talvez a fadiga seja apenas um sinal do problema. A solução? Fazer exame de urina simples pode detectar a doença. Se for positivo, antibióticos podem acabar com ela. 

Hipotireoidismo 

Essa glândula pequena que fica na base do seu pescoço pode também ser a culpada de muitos bocejos. A tireóide controla o metabolismo, que é responsável por transformar substâncias em energia. Quando a glândula tem algum tipo de problema, você pode sentir-se lento ou engordar. A solução? Se um teste de sangue confirmar que os hormônios da sua tireóide estão baixos, existe medicamento para tratar o mal. 

Desidratação 
Mesmo se você trabalha sentado, seu corpo precisa de água para ter energia. Se estiver com sede, pode ser sinal de desidratação. E uma vez desidratado, as chances dos bocejos multiplicarem são enormes. A solução? Tenha uma garrafa de água sempre por perto e beba cerca de dois litros por dia. 

Problema cardíaco 

Quando o cansaço te pega em atividades rotineiras como limpar a casa ou lavar o carro, pode ser que seu coração não esteja tão saudável assim. Se perceber que está muito difícil terminar tarefas que antes eram fáceis, converse com um médico. 

Se você sofre de fadiga sem que seja relacionada a qualquer problema de saúde, talvez a solução seja fazer exercício físico. Pesquisas apontam que adultos saudáveis, mas cansados, podem conseguir recarregar as energias com treinos leves.
 Fazer um exercício aeróbico (andar de bicicleta ou caminhar) por cerca de 20 minutos, três vezes por semana, pode afastar a sensação de cansaço e os bocejos.




fonte: http://www.abril.com.br

terça-feira, 12 de março de 2013

Hiperatividade! ou TDAH ou simplesmente DDA


Diagnóstico!
O termo que caiu na boca do povo é apenas uma faceta do chamado Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade, o TDAH ou, como preferem alguns especialistas, simplesmente DDA. Isso mesmo: o traço essencial dessa doença que atinge de 3% a 5% das crianças são as alterações na atenção - e não aquela típica hiperatividade. A inquietação física e a impulsividade, as outras duas características do problema, podem aparecer ou não nesses pequenos. O comportamento da pá virada é mais comum nos meninos e acomete cerca de metade desses pacientes. Aliás, ele nada mais é do que um reflexo da agitação mental, povoada de pensamentos acelerados - justamente o que está por trás da falta de concentração. Já nas meninas, o traço mais marcante é a desatenção. Essas pequenas pacientes parecem viver no mundo da lua e costumam ser mais rotuladas de avoadas.
A principal ferramenta para a avaliação desses pacientes é a observação clínica e o histórico. O profissional deve estar muito bem treinado para captar sutilezas e nuances do comportamento da criança e detectar fatos que possam caracterizar o distúrbio. Mas, além dos critérios técnicos, ele deve ter muita sensibilidade para descobrir se esse é apenas o jeito de ser da criança ou se há outros problemas que podem estar motivando um comportamento mais agitado. Também é possível lançar mão dos exames de neuroimagem, como a tomografia, para complementar o exame clínico e excluir outros distúrbios.




Causas!

Há muitas especulações sobre as causas do problema, mas hoje sabe-se que há um forte componente genético na doença. Tanto que filhos de pais com o transtorno têm mais chances de nascer com o problema. Estudos feitos a partir de tomografias mostram que há uma diminuição do fluxo sangüíneo na parte da frente do cérebro dessas pessoas, especificamente no córtex cerebral direito. Com o aporte de glicose reduzido, a região funciona em marcha lenta. Outros trabalhos mostram uma queda nos neurotransmissores dessa área, principalmente a dopamina - que justamente está relacionada às funções de atenção, impulsividade e atividade física e mental. Outras causas, como traumatismos no nascimento, exposição a drogas durante a gravidez e a desestruturação familiar, ainda precisam ser melhor investigadas.

É fato: desde cedo as crianças que padecem do déficit de atenção recebem vários rótulos nada amigáveis. São os "avoados", "pestinhas", "burros", só para ficar com alguns exemplos. Sem um diagnóstico e um bom tratamento, essa pecha vai acompanhar a vítima pela vida toda. O abalo na auto-estima e na auto-imagem é enorme. A pessoa fica cada vez mais insegura e enfrenta dificuldades nos relacionamentos, nos estudos e no trabalho. Pesquisas mostram que esses pacientes têm mais tendência a desenvolver outros problemas, como ansiedade, depressão, transtorno do pânico, transtorno obsessivo-compulsivo e dependência de drogas.







Tratamento!

O tratamento inclui remédios que estimulam as substâncias em desequilíbrio no cérebro a trabalhar melhor. Isso melhora a concentração, ajuda a organizar as idéias e a moderar a impulsividade. Há inclusive medicamentos de ação prolongada que facilitam o controle dos sintomas. Além das drogas, a psicoterapia é fundamental. Nesses casos, a chamada cognitivo-comportamental dá os melhores resultados. Nela o psicólogo funciona como um treinador que, com técnicas específicas, ajuda o paciente a agir e pensar. Também podem entrar em cena outros profissionais, como psicopedagogos e fonoaudiólogos. A duração do tratamento vai depender das características de cada paciente. Mas atenção: a doença não tem cura e, sem controle, 70% dos pacientes convivem com o sintomas a vida toda.



Atitudes que ajudam




Com pequenas atitudes, os pais podem ajudar - e muito - o filho com déficit de atenção. Em primeiríssimo lugar, a família não deve se culpar pelo problema nem comparar a criança com outras bem-comportadas. A casa precisa de organização, sem estímulos que roubem a atenção desses pequenos, como excessos na decoração. É fundamental estabelecer uma rotina com horários para brincar, estudar e dormir. A escola também tem papel fundamental para evitar rótulos e preconceitos. Uma das dicas aos professores, por exemplo, é repetir as instruções ao hiperativo, pois ele precisa de reforços para manter a atenção. Aqui vão algumas dicas:

• coloque o relógio para despertar quinze minutos antes. Isso evita atropelos na hora de acordar

• anote em um quadro as tarefas do dia e os horários para que ele possa se organizar melhor


• recompense-o sempre que conseguir cumprir seus compromissos


• dê uma ordem de cada vez e certifique-se que ele esteja prestando atenção


• observe quanto tempo ele suporta ficar sentado. Esgotado esse prazo, permita que ele estique as pernas, caminhando um pouco


• entre uma tarefa e outra, não deixe que ele se distraia com brinquedos ou TV


• estimule jogos com regras. Assim ele vai perceber que é preciso respeitá-las e pode usar esse aprendizado em outras situações


• não entulhe o quarto e a casa com brinquedos e objetos, que podem atrapalhar ainda mais o precário senso de organização


 Ping-pong com Ana Beatriz Barbosa Silva, autora do livro



A psiquiatra Ana Beatriz Barbosa Silva (anabeatriz@medicinadocomportamento.com.br), presidente da Associação dos Estudos do Déficit de Atenção, é autora do best-seller Mentes Inquietas (Editora Gente), que trata do distúrbio do déficit de atenção em linguagem fácil e acessível. O sucesso estrondoso - o livro já está na 34ª edição - pegou de surpresa a própria autora.

Saúde! - O sucesso do seu livro é um indicativo da carência de informações sobre essa doença?

Dra. Ana Beatriz - Estou muito surpresa, pois afinal é um livro que trata de um tema técnico e, no entanto, ele está sendo lido por todo tipo de pessoas, inclusive adolescentes. Ao ler os e-mails que recebo, percebi que o livro despertou o desejo de melhorar em muita gente. Não tenho dúvidas que a falta de informação sobre DDA é um dos maiores problemas que dificulta a procura de ajuda. O auto-conhecimento é o único caminho para buscarmos a felicidade, que só pode ser adquirida quando entendemos o que temos de bom, do que somos capazes, como amamos e nos sentimos confortáveis e como podemos identificar e amenizar nossas limitações e dificuldades.


Saúde! - Como diferenciar uma criança hiperativa de uma simplesmente sem limites?


Dra. Ana Beatriz - Os três sintomas principais do DDA como a distração, impulsividade e hiperatividade são típicos da infância. Quem não conhece uma criança agitada, cheia de energia, que corre de um lado para o outro ou que não presta atenção por um tempo prolongado se uma determinada atividade não tiver um atrativo especial? O que diferencia uma criança um pouco mais ativa daquela que de fato apresenta o DDA é a intensidade, a freqüência e a constância daqueles três sintomas principais. Tudo na criança DDA parece estar a mais.


Saúde! - Quando é hora de procurar ajuda?


Dra. Ana Beatriz - É muito comum os pais demorarem a admitir que seus filhos precisam de ajuda por achar que a agitação faz parte de um comportamento saudável ou por medo de uma avaliação psiquiátrica. Mas, muitas vezes, os sintomas dos DDA se manifestam ainda no berço, quando as crianças esperneiam, têm sono agitado ou gritam exageradamente quando suas vontades não são satisfeitas. Outras vezes esses sintomas não são tão evidentes e passam despercebidos até mesmo para os observadores mais atentos. Já na fase escolar, é possível perceber melhor as dificuldades, pois serão mais exigidos em relação ao conteúdo didático-pedagógico, além da própria disciplina e das regras escolares, muito difíceis de serem seguidas por quem é DDA.


Saúde! - Qual o papel dos pais e da escola no controle do problema?


Dra. Ana Beatriz - A informação e o conhecimento são a base de tudo. Munidos desses recursos, tanto a escola quanto os cuidadores têm como suspeitar de sintomas DDA. A escola, na realidade, deveria ser um ponto de triagem para a identificação e orientação aos pais. Infelizmente, a realidade não é tão generosa assim. A escola ainda exclui ou penaliza os alunos "bagunceiros" ou aqueles que têm mais dificuldade no aprendizado, sem se aprofundar no assunto. Se os pais suspeitarem do problema, devem procurar ajuda e orientação de como conviver com o problema. Existem meios de melhorar a convivência familiar e estimular bons comportamentos nas crianças DDAs. Conhecer profundamente sobre o assunto é enxergar o mundo com os olhos de seus próprios filhos. O conhecimento também é fundamental para que os próprios pais se auto-avaliem, pois eles também podem ter as mesmas características. Isso também é construtivo, já que muitos se culpam por achar que o comportamento de seus filhos é devido a uma educação inadequada.


Saúde! - Como canalizar as características positivas de um DDA?


Dra. Ana Beatriz - Talvez a criatividade seja um dos atributos mais significativos do DDA. Via de regra essa qualidade está acima da média comparando com os indivíduos "não-DDAs". O grau de inteligência também é um ponto extremamente positivo, pois ser DDA não é sinônimo de burrice. Enquanto suas mentes estão a mil por hora, eles estão vivenciando um processo criativo e tendo idéias mirabolantes. Porém, sem ajuda adequada, muitos dificilmente conseguem canalizar esse potencial tão expressivo em algo realmente producente. O grande X da questão é canalizar a impulsividade para aquilo que eles têm de melhor. Por isso o tratamento é tão importante. Na realidade, pessoas com DDA apresentam um quê especial, cujos resultados são espetaculares quando conseguimos acioná-lo.


 DDA em adultos




Até pouco tempo atrás acreditava-se que a doença era problema de criança e que sumia com o passar do tempo. Infelizmente a coisa não é bem assim: quem nasce com DDA carrega o distúrbio pelo resto da vida. Mas foi só em 1980 que a Associação Psiquiátrica Americana reconheceu oficialmente o mal em gente grande também. Por isso ainda há muito preconceito e erros no diagnóstico desses pacientes. Os adultos que padecem de DDA costumam ter dificuldades de organização, não conseguem planejar direito as atividades do dia-a-dia, largam tarefas pela metade e, por isso, se sentem constantemente sobrecarregados. Essas características, que na realidade surgem lá na infância, levam a conflitos em casa e no trabalho.













  1. fonte: http://saude.abril.com.br

quarta-feira, 6 de março de 2013

Cantores da Natureza!




Os pássaros e as árvores

Os pássaros nascem na ponta das árvores
As árvores que eu vejo em vez de fruto dão pássaros
Os pássaros são fruto mais vivo das árvores
Os pássaros começam onde as árvores acabam
Os pássaros fazem cantar as árvores
Ao chegar aos pássaros as árvores engrossam e movimentam-se
Deixam o reino vegetal para passar a pertencer ao reino animal
Como pássaros poisam as folhas na terra
Quando o Outono desce veladamente sobre os campos
Gostaria de dizer que os pássaros emanam das árvores
mas deixo essa forma de dizer ao romancista
é complicada e não se dá bem na poesia
não foi ainda isolada da filosofia
Eu amo as árvores principalmente as que dão pássaros
Quem é que lá os pendura nos ramos?
De quem é a mão a inúmera mão?
Eu passo e muda-se-me o coração





fonte: http://poroutraspalavras.wordpress.com

Vale dos Vinhedos no Rio Grande do Sul!


O Vale
Seja bem-vindo ao Vale dos Vinhedos, um roteiro que congrega opções para o melhor do enoturismo brasileiro. 

Localizado na Serra Gaúcha e inserido no encontro dos municípios de Bento Gonçalves, Garibaldi e Monte Belo do Sul, o Vale representa o legado histórico, cultural e gastronômico deixado pelos imigrantes italianos que chegaram à região em 1875, em perfeita harmonia com as modernas tecnologias para produção de uva e vinhos finos e infraestrutura turística de alta qualidade.

Com paisagens apaixonantes que apresentam diferentes tonalidades nas quatro estações do ano, o Vale dos Vinhedos encanta também pela hospitalidade de seus moradores e pela qualidade dos serviços e produtos oferecidos.

Pequenas propriedades rurais compartilham o território com vinícolas de diferentes portes, contemplando desde cantinas familiares, boutiques e de garagem, assim como grandes empresas que contam com parcerias internacionais. 

Os vinhos do Vale dos Vinhedos apresentam identidade, sendo os únicos no Brasil a deterem Denominação de Origem. A região foi a primeira no país a ser reconhecida como Indicação Geográfica, sendo garantida pela Aprovale a origem dos vinhos finos aqui produzidos. 

As vinícolas e atrações situadas no vale estão abertas à visitação ao longo de todo o ano. Assim como podem ser realizadas visitas guiadas, degustações comentadas e jantares harmonizados. Complementando a oferta turística, hotéis, pousadas, restaurantes, bistrôs, ateliês de arte, armazéns de queijos, doces e geleias coloniais e gourmet estão distribuídos ao logo da rota que reserva inúmeras outras atrações aos que ingressam neste vale encantador.

História
A religiosidade sempre esteve presente entre os imigrantes italianos. Em cada comunidade que formavam a primeira construção era uma capela ou igreja. No Vale dos Vinhedos não foi diferente. Em 1880, ergueu-se a primeira capela do Vale. Construída em pedra bruta e coberta por pequenos pedaços de tábua, foi mantida assim até 1928, quando foi substituída pela construção atual denominada Capela das Almas.

Já no início do século XX foi construída a Capela Nossa Senhora das Neves. Conta a história que sua construção aconteceu num período de intensa seca que durou cerca de dois anos. Segundo a história, os moradores decidiram utilizar o vinho estocado das safras anteriores na preparação da argamassa para a construção da Capela. Assim, no decorrer do tempo, outras capelas surgiram, iniciando um processo de colonização do vilarejo. O roteiro do Vale dos Vinhedos preserva até hoje inúmeros capitéis que traduzem a religiosidade do povo que colonizou a região.
Gerações passaram desde a chegada dos primeiros imigrantes e muitas das famílias que ali se instalaram continuam perpetuando o trabalho e a cultura vitivinícola implantada, buscando sempre a qualidade e o aprimoramento do produto elaborado. A região é atualmente dividida por comunidades, que trazem denominações das capelas construídas pelos primeiros colonizadores.

Visitar o Vale dos Vinhedos é penetrar no coração da história italiana e vivenciar, através dos monumentos e do ambiente sugestivo, um passado relativamente jovem.
Depois da criação da Aprovale, em 1995, o turismo no Vale dos Vinhedos cresceu vertiginosamente. A cada ano, novos investimentos são feitos para melhorar e ampliar a estrutura de atendimento ao visitante. Hoje, a região oferece, além de dezenas de vinícolas, hotéis, pousadas, restaurantes e queijarias, além de moda em couro e artesanato.

A evolução vitivinícola da região

O pioneiro da viticultura no Rio Grande do Sul foi o padre jesuíta Roque Gonzáles de Santa Cruz. Ele trouxe cepas de origem espanhola, por volta de 1620, quando fundou a Redução Cristã de San Nicolao, na margem esquerda do Rio Uruguai. Essas videiras desapareceram quando as missões jesuíticas foram destruídas pelos bandeirantes paulistas.

A segunda tentativa vitivinícola no RS foi feita na metade do século XVIII com a imigração açoriana no litoral gaúcho. Os açorianos trouxeram vinhas de origem portuguesa. A região litorânea, por ser baixa e úmida, não foi propícia ao desenvolvimento vitícola e, portanto, essas vinhas não vingaram.

O interesse pela viticultura foi novamente evidenciado com a chegada dos imigrantes alemães, entre os quais muitos eram apreciadores de vinho. Esses imigrantes se estabeleceram nos limites de São Leopoldo e São Sebastião do Caí. As videiras cultivadas eram de origem americana, sendo plantada principalmente a uva Isabel. 

O vinho produzido por eles era destinado ao consumo doméstico.

Quando os imigrantes italianos chegaram, em 1875, obtiveram as mudas dos alemães, pois as que eles haviam trazido na bagagem secaram durante a viagem, ou então, por serem variedades viníferas, não se adaptaram facilmente à nova terra e acabaram morrendo.

Já a variedade Isabel cresceu sadia e vigorosa, devido à fertilidade do solo, à umidade e ao sol quente do verão da Serra. O desenvolvimento da videira fez o imigrante se reencontrar com sua terra de origem e representou a fixação destes na nova pátria.

A partir de 1886, um grupo de produtores de uvas de Caxias do Sul começou a importar variedades viníferas europeias, iniciando um movimento no sentido de dotar a vitivinicultura da época de melhores castas.

No início do século XX, a produção de vinho cresceu até o ponto em que os mercados local e regional foram insuficientes para absorver toda a oferta, sendo preciso buscar novas saídas para o excedente. Assim, pela primeira vez, dois imigrantes italianos, Antônio Pieruccini e Abramo Eberle, se aventuraram em uma expedição para comercialização do vinho gaúcho em São Paulo. A partir daí, a colônia italiana pôde expandir a produção vitivinícola e passou a fornecer vinhos a outros estados. A vitivinicultura tomou outro grande impulso com a ligação ferroviária de Montenegro a Caxias do Sul, concluída em 1910, que permitiu o transporte de vinho de trem até Porto Alegre.














Em 1928, por obra da visão de Oswaldo Aranha, Secretário da Fazenda, era oficializado o Sindicato do Vinho. Este tinha por objetivo, além de congregar e defender os interesses dos vitivinicultores, intervir no setor como órgão regulador da oferta e da procura, mantendo, assim, a ordem dos preços e da qualidade. Em 1929, foi criada a Sociedade Vinícola Riograndense Ltda, órgão comercial do Sindicato do Vinho, que atuava no sentido de melhorar a imagem, a reputação e a cotação do vinho gaúcho no Rio de Janeiro e em São Paulo.

A reação dos colonos à Sociedade Vinícola Riograndense levou ao surgimento de cooperativas vitivinícolas em toda a região, entre elas a Forqueta, a Aurora e a Garibaldi.
A formação de cooperativas levou a uma expansão da vitivinicultura, criando uma competição salutar e estimulando o crescimento e o aperfeiçoamento do setor. Em 1967, foi fundada a União Brasileira de Vitivinicultura – a Uvibra – que é a entidade de classe que reúne e congrega as empresas e entidades setoriais da vitivinicultura do país.

As décadas de 60 e 70 foram marcadas pela entrada de empresas internacionais como Chandon, Maison Forestier, Martini, National Distillers, Chateau Lacave, Welch Foods (Suvalan), entre outras, na produção e comercialização de vinhos e sucos. Foi um período de adaptação das variedades viníferas, de crescimento na comercialização do vinho fino, com investidas no mercado externo, principalmente com os sucos.

                                                                                                                                                                  

A partir dos anos 90, a tecnologia se disseminou entre o setor vitivinícola gaúcho, chegando até as pequenas vinícolas. 
Estes começaram a controlar as fermentações, a utilizar leveduras e enzimas e usar tanques de aço inoxidável. É uma década marcada também pelo fortalecimento de vinícolas familiares. Estas deixam de vender sua uva para as grandes vinícolas e passam a utilizá-la para fazer seu próprio vinho e comercializá-lo.
O Vale dos Vinhedos, localizado entre os municípios de Bento Gonçalves, Garibaldi e Monte Belo do Sul, é a primeira região do Brasil a obter Indicação de Procedência de seus vinhos finos, exibindo o Selo de Controle em vinhos e espumantes elaborados pelas vinícolas associadas. Criada em 1995, a partir da união de seis vinícolas, a Associação dos Produtores de Vinhos Finos do Vale dos Vinhedos (Aprovale) já surgiu com o propósito de alcançar uma Denominação de Origem. No entanto, era necessário seguir os passos da experiência, passando primeiro por uma Indicação de Procedência.

O pedido de reconhecimento geográfico encaminhado ao Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) em 2000 foi alcançado somente em 2002. Neste período, foi necessário firmar convênios operacionais para auxiliar no desenvolvimento de atividades que serviram como pré-requisito para a conquista da Indicação de Procedência Vale dos Vinhedos (I.P.V.V.). O trabalho resultou no levantamento histórico, mapa geográfico e estudo da potencialidade do setor vitivinícola da região.
nquanto a Universidade de Caxias do Sul (UCS) e as unidades da Embrapa Uva e Vinho, Clima Temperado e Florestas trabalhavam na delimitação geográfica, traçando o perfil do Vale dos Vinhedos com estudos sobre questões topográficas, topoclimáticas e mapa de solos, as vinícolas investiam em mecanismos para melhorar a qualidade da uva e, consequentemente, dos vinhos, além de ampliar a estrutura para o incremento do enoturismo. 

A gestão, manutenção e preservação da indicação geográfica regulamentada passou a ser responsabilidade do Conselho Regulador, criado em 2001. A partir daí, foi criado um autorregulamento, aprovado pelos associados, que representa a garantia de origem e qualidade dos vinhos do Vale dos Vinhedos ao consumidor.
Surgiu, então, o Selo de Controle Vale dos Vinhedos, outorgado pelo Conselho Regulador, exclusivamente, para os vinhos e espumantes elaborados a partir de uvas provenientes do Vale dos Vinhedos e engarrafados na sua origem, além de terem que ser aprovados em rigorosos testes realizados por um grupo de especialistas composto por técnicos da Embrapa Uva e Vinho e da Aprovale. Os selos têm número para controle e eram aplicados nas garrafas, distinguindo-a das demais.

A conquista da Indicação de Procedência Vale dos Vinhedos tornou-se garantia de origem com qualidade do Vale dos Vinhedos. Este título trouxe enormes vantagens para o viticultor e vinicultor, especialmente para os consumidores e visitantes do Vale.
Com a I.P.V.V. o mercado ganhou um produto de maior valor agregado, gerando confiança ao consumidor que sabe que vai encontrar vinhos e espumantes de qualidade com características regionais. O Selo de Controle da I.P.V.V. identificava, até então, o produto do Vale dos Vinhedos.
I.P.V.V. Ano-a-Ano

Indicação de Procedência - 2001
Quantidade de solicitantes: 10 empresas associadas
Variedade de produtos solicitados: 35 diferentes vinhos
Quantidade de amostras aprovadas: 23 vinhos (5 brancos e 18 tintos)
Volume de vinhos aprovados: 1,18 milhão de litros
Vinho com Indicação de Procedência: 1.574.897 garrafas de 750ml

Indicação de Procedência - 2002
Quantidade de solicitantes: 15 empresas associadas
Variedade de produtos solicitados: 13 diferentes vinhos
Quantidade de amostras aprovadas: 48 vinhos de todas solicitantes
Volume de vinhos aprovados: 1.590.730 litros

inho com Indicação de Procedência: 2.120.973 garrafas de 750 ml

Indicação de Procedência - 2003
Quantidade de solicitantes: 14 empresas associadas
Quantidade de amostras aprovadas: 45 vinhos de todas solicitantes
Volume de vinhos aprovados: 1.487.644 litros
Vinho com Indicação de Procedência: 1.983.525 garrafas de 750 ml

Indicação de Procedência - 2004
Quantidade de solicitantes: 14 empresas associadas
Quantidade de amostras aprovadas: 61 vinhos
Volume de vinhos aprovados: 1,18 milhão de litros
Vinho com Indicação de Procedência: 2.349.333 garrafas de 750ml

Indicação de Procedência - 2005
Quantidade de solicitantes: 13 empresas associadas
Quantidade de amostras aprovadas: 46 vinhos – todos aprovados
Volume de vinhos aprovados: 1.747.015 litros
Vinho com Indicação de Procedência: 2.329.353 garrafas de 750ml

Indicação de Procedência - 2006
Quantidade de solicitantes: 11 empresas associadas
Quantidade de amostras aprovadas: 27 vinhos
Volume de vinhos aprovados: 1.313.394 litros
Vinho com Indicação de Procedência: 1.751.192 garrafas de 750ml

Indicação de Procedência - 2007
Quantidade de solicitantes: 14 empresas associadas
Quantidade de amostras aprovadas: 32 vinhos
Volume de vinhos aprovados: 1.239.500 litros
Vinho com Indicação de Procedência: 1.652.667 garrafas de 750ml
Indicação de Procedência - 2008
Quantidade de solicitantes: 13 empresas associadas
Quantidade de amostras aprovadas: 34 vinhos
Volume de vinhos aprovados: 1.558.063 litros
Vinho com Indicação de Procedência: 2.077.418 garrafas de 750ml

Indicação de Procedência - 2009
Quantidade de solicitantes: 09 empresas associadas
Quantidade de amostras aprovadas: 34 vinhos
Volume de vinhos aprovados: 184.900 litros
Vinho com Indicação de Procedência: 246.533 garrafas de 750ml










Fonte: Associação dos Produtores de Vinhos Finos do Vale dos Vinhedos - APROVALE
Obrigatória a citação da fonte APROVALE na divulgação do presente documento.

fontes:  
http://www.skyscrapercity.com/ (fotos)
http://www.valedosvinhedos.com.br/